Baunilha

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Os astecas já utilizavam as vagens para perfumar uma bebida à base de cacau. A baunilha mexicana foi conhecida e usada na Europa desde o século XV e rapidamente foi introduzida/cultivada nas colônias.

O aroma da baunilha estimula a ambição e aumenta a atividade física e intelectual. Aumenta a disposição e combate a letargia.

A etmologia da palavra: durante a derrubada do Império Asteca, homens encontraram a planta da baunilha e a apelidaram de “vainilla”, um diminutivo de “vaina”, que quer dizer “bainha” em espanhol. Por sua vez, “vaina” vem da palavra latina “vagina”. Isso tudo por causa da forma das plantas, que precisam ser abertas e divididas para a extração dos grãos.

Todos conhecemos o cheiro e sabor de baunilha, principalmente o sintético. O extrato de baunilha natural é muito caro e sua produção é pouco lucrativa para os produtores. O cheiro da baunilha consiste em vários componentes, principalmente vanilina e piperonal (heliotropina).

Vanilla é uma espécie de orquídea. Há cerca de cem de variantes desta planta, mas apenas dois são usados ​​na produção comercial devido ao seu sabor e aroma: planifolia (Bourbon, ou de Madagascar) e tahitiensis.

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A Vanilla Bourbon vem de Madagascar, uma ilha no Oceano Índico, que é considerado o maior produtor de baunilha, produzem 1.000 toneladas de vagens por ano nas Ilhas Comoro e Ilhas Reunião. A mesma variante é cultivada na África e na Indonésia. Foi nomeada após o antigo nome da ilha da Reunião, ter se tornado Bourbon.

Em condições naturais as flores são polinizadas por insetos e beija-flores, mas em plantações é feito manualmente. Vagens verdes permanecem nos ramos de 8-9 meses e depois de colhidos são submetidos ao processo de maturação por 34 meses. Durante tal processo que se formam os cristais da chamada vanilina.

Utilizam-se a essência de baunilha, o absoluto e as resinas. A baunilha é constante nas formulações dos  perfumes orientais. É usada também para aromatizar produtos farmacêuticos e diversos alimentos (sorvetes, iogurtes, chocolate…).

Demorada, rara e absolutamente deliciosa!

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7 comentários sobre “Baunilha

  1. A baunilha é festejadíssima na perfumaria, utilizada à exaustão. Daí a gente acaba enjoando… Mas vez ou outra sinto necessidade de me sentir aconchegada pelo calor de uma baunilha. Corro para os braços do Kenzo Amour, L de Lolita, Magnetism, L’Instant etc… rs.
    Bom fim de semana, Diana!

    • Exatamente, e não da maneira “pudim” como ela tem sido apresentada. Os que vc citou, mais o absoluto Shalimar são excelentes exemplos de boa utilização da baunilha. Se bem que me rendo ao Fancy e a outras baunilhas sintéticas e gourmands…. Bom final de semana pra vc tbém, Rafaella!

  2. Opa, li “baunilha”? Me chamaram, foi? Meu nome é baunilha! Amo! Venero! A bourbon é vida! Aliás, minha baunilha-metade tá dentro do meu perfume mais querido: Vanille Bourbon (Laurence Dumont). Coisa linda de deus! Vanille Extreme (Comptoir Sud Pacifique) é comestível e lindo! Vanille Gourmande (Laura Mercier) é baunilha chique floral e belíssima. Eclix (La Perla) é um desbunde! Burberry Brit (Burberry) é outro mimo. Ok, ok, parei. É que me emociono quando leio “baunilha”. hahahaha

  3. Meninas, desculpem-me a intromissão, mas baunilha é tudo de bom sim. Gosto muito. Ótimo post Diana. Que seria da boa perfumaria sem a Srta. Baunilha? Que o digam Gaultier2, Angel e tantos outros. Que venha a baunilha!

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