Ilía Secreto, Natura

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Tem coisas que eu não entendo. Uma vez uma pessoa me contou que AMAVA perfumes cítricos. No outro dia, disse que odiava comer frutas cítricas – inocentes e nutritivas mexericas e laranjas – porque não suportava o cheiro que ficava nas mãos. Mas ora, não é o cheiro do óleo essencial que solta da casca do fruto? Vai entender.

E também não entendo uma pessoa que outro dia disse, em tom de crítica, que eu estava falando muito de perfumes da Natura (e outras marcas mais acessíveis) no blog. Ora, se a Natura está lançando mil perfumes excelentes e ousados, qual motivo eu teria de não falar dela? Outra coisa, o país tá em crise, os perfumes estrangeiros estão caros, importar está muito difícil. E me conta, você prefere ler sobre um perfume de nicho raro e estrambólico que nem se encontra no país e ficar sonhando com o cheiro quase inacessível, ou ler sobre o Naturão que você acha com incrível facilidade? Só por curiosidade, tipo enquete. Eu pessoalmente acho as duas hipóteses atraentes. Imaginar um cheiro, como é um perfume que eu não conheço – mas leio sobre – me faz feliz. Ler sobre um e ir lá na loja tirar a prova também.

Justifico então, caro leitor, o porque falarei hoje sobre mais um perfume da Natura, o Ilía Secreto.

Perfumão, aliás! Bomba! Não vejo a hora de fazer frio pra usar e abusar dele. É daqueles que duas borrifadinhas te perfumam o dia todo e quando, depois de horas você vai tomar banho, exala lindamente em contato com a água morna!

Logo ao borrifar senti um delicioso cheiro frutado suculento e leitoso, me fez pensar em um creme de frutas roxas, uvas e ameixas! Logo aparece um bouquet floral exótico e sedutor. Tem a nota que na perfumaria chamam de ‘orquídea’ e eu nunca entendi bem, afinal, existem 50 mil espécies de orquídeas, de qual seria o cheiro… Tem jasmim, com sua faceta doce, macia e inebriante. E seria capaz de arriscar dizer que tem violetas e heliotrópio ali no meio.

E a nota gourmand intrigante que eu não soube reconhecer? Fui pesquisar e descobri que é uma inovação da Natura, a planta amazônica nomeada Ishpink, que remete a canela e pão de mel!

Nas notas de fundo temos uma harmonia cremosa de madeiras, fava tonka e café arábica. Café. Grãos brevemente torrados que ainda guardam uma nuance verde. Outra vez, meus palpites. Diria que tem uma pitadinha de patchouli.

O café é discreto, tem que prestar atenção. Mas é ele que atenua as notas doces e ‘renova’ essa última camada do perfume.

Ilía Secreto consegue ser ao mesmo tempo inebriante, exótico, sensual e elegante. Use nos SEUS momentos especiais!

E o frasco é roxo. Como não amar…

Notas de saída – ishpink, mandarina, pera, acorde frutal roxo (uva e ameixa).

Notas de coração – muguet, jasmim, frésia, orquídea.

notas de fundo – fava tonka, sândalo, cedro, café arábica.

 

 

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A Taste of Heaven, By Kilian

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Quero acreditar que, quando a pessoa se dispõe a gastar 175 dólares em um perfume de 50ml, ela busca um material exclusivo e inovador.

Certa vez, ao ler um livro religioso antigo, da época em que minha mãe fez a Primeira Comunhão, vi uma descrição do Céu onde as pessoas usavam camisolões brancos, andavam nas nuvens, tocavam trombetas e eram amparadas por anjos agêneros com cara de dor de barriga. Imagine o tédio de passar a Eternidade desta forma…

E A Taste of Heaven da festejada Kilian me entediou. É um perfume oriental fougere bem executado sim, mas já vimos essa fórmula em tantos lugares…

Foi criado por Calice Becker em 2007 e em minha concepção, orna bem com o tedioso céu representado no livro de outras épocas.

Possui duas únicas ‘graças’: o fundo abaunilhado e a presença da losna, que faz o perfume lembrar a bebida da Fada Verde: o mítico e maldito Absinto.

Tem o cheiro das barbearias, da seção (agora abundante) de shampoos e cosméticos masculinos nas perfumarias e provavelmente lembrará de algum perfume que algum homem de sua família já usou.

Não digo, em nenhum momento que é um mau perfume. Ele é ótimo, mas linear e tradicional. Pensando bem – de repente – esse é todo o diferencial dele…

As vezes a pessoa que gasta 175 dólares em um perfume de 50ml só está buscando qualidade. Ou o status da marca…

Notas olfativas: flor de laranjeira, lavanda, gerânio, bergamota, rosa, losna, patchouli, musgo de carvalho, âmbar, baunilha, fava tonka, costo.

 

Le Petite Fleur Secrète, Paris Elysees

Antes de tudo, obrigada Paris Elysees pelo envio de seu novo perfume!

Já disse muitas vezes aqui no blog que tenho grande carinho pela marca e adoro os perfumes por ela feitos! Boa qualidade, bom preço: perfume importado para todos!

O Le Petite Fleur Secrete (vou chamar pelas iniciais, LPFS) tem o mesmo frasco bonito de todas as outras ‘pequenas flores’ da marca: uma laço que lembra muito um Guerlain lá de 1937, o Coque d’Or. Esse perfume inclusive foi relançado em 2014… Outro Guerlain que usou o belo frasco laço foi o Mon Exclusif, de 2015.

A tampa vem em formato de flor em material plástico e é preciso tomar cuidado: nunca segure pela tampa o seu LPFS!! Ela escapa facilmente e seu perfume pode acabar espatifado no chão…

Minha primeira impressão do perfume: Olympea! Isso é ruim? Nada, isso é maravilhoso! Vi em muitos sites onde o perfume está a venda que sim, Olympea é a referência olfativa do perfume, e deixar claro isso claro para o consumidor é uma obrigação boa atitude! Ostentar um perfumão por um precinho? Quem não quer?

LPFS começa com notas florais e frutais doces e picantes. Esse ‘picante’ é diferentão e te trás outra sensação além do ‘picante’: frescor. Gostoso isso…

Logo surge uma baunilha diferente, brevemente salgada que dá toda a diferença pro perfume e o afasta da mesmice.

Me lembra também caramelo salgado..

E tem muita madeira aqui heim! Notas de cedro e sândalo que dão um aspecto defumado que casam bem com o doce-salgado da baunilha.

Notas de saída: tangerina verde, flor de gengibre e jasmim aquático.

Notas de corpo: baunilha salgada

Notas de fundo: sândalo, madeira de caxemira, ambergris.

Rebel Glam, Natura

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Que a Natura está cada vez mais inovando e ampliando seu portfólio de perfumes, acredito que todos já tenham percebido!

Em pouco tempo a linha de maquiagem Faces nos trouxe dois perfumes: o Toxic! Pink (falei dele aqui) e agora o Rebel Glam. O Rebel foi criado em parceria da perfumista Veronica Kato com o perfumista turco Ilias Ermenidis, da casa Firmenich.

Embora seja descrito como um perfume jovem, acredito que vai conquistar fãs de todas as idades. Minha mãe tem 79 anos e por um triz consegui salvar o perfume de suas mãozinhas…

Se você é fã do Miss Dior, tem grandes chances de gamar no Rebel Glam, pois seguem um caminho olfativo semelhante.

O frasco, bem como o do Toxic! Pink é simples e o rótulo (a etiqueta, sei lá como chamar) rouba toda a atenção. Tem fundo vermelho e a palavra Glam vem toda entrecortada.

Assim que passei na pele, pensei: é picante, doce, suculento! Me fez pensar em um delicioso, doce e aparentemente inofensivo coquetel de frutas alcoólico! Ao mesmo tempo tem um quê crocante. Sim, isso mesmo, crocante! A sinestesia é algo lindo e me fez pensar no cheiro e na sensação de morder uma maçã geladinha.

Logo surgem notas florais cremosas, aquele cheiro de maquiagem cara nova. O caramelo é delicadíssimo, nada de doçura extrema. Casa lindamente com o ambrette e tem um aspecto amendoado morno.

Depois de uma três horas sente-se o patchouli, o sândalo, âmbar, o almíscar confortável e uma breve nota de couro. Brevemente defumada, oferece uma rebeldia discreta ao perfume. Coisa que a pimenta lá do começo já tinha representado muito bem.

Rebeldia consciente, bem educada e que trará resultados. Algo bem millenial.

Projeção e ‘fixação’ excelentes, não precisa mais do que duas borrifadas para marcar presença! É disso que o povo gosta!

Notas de saída: Ameixa, Framboesa, Frutas Exóticas, Maçã, Rum, Mandarina, Pimenta Rosa.

Notas de coração: Ambrette Seeds, Magnolia, Jasmim, Caramelo.

Notas de fundo: Cedramber, Benjoin, Sândalo, Musk, Baunilha, Patchouli, Suede.

Sortilege, Irma Shorell (Long Lost Perfumes)

Sortilege Long Lost Perfume for women

Se prepara para um texto longo e bem doido…

Antes, vamos contextualizar temporalmente o perfume Sortilege. Ele é originalmente da casa Le Galion e foi lançado em 1937. Nos anos 70 a casa Le Galion foi vendida para uma companhia americana e acabou por encerrar suas atividades. Tempos depois foi comprada e reerguida por Nicolas Chabot, que relançou os grandes perfumes da marca. Sortilege ressurgiu em 2014.

As propagandas do Sortilege sempre foram lindas e cheias de mistérios! Eram sereias, dançarinas burlescas, castiçais que lembravam garras…

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Aliás, outros perfumes da marca tiveram belíssimas propagandas ilustradas por Claude Maurel, olha aqui e vê que beleza os anúncios do Snob e do Borrasque!

Aí que entra minha prodigiosa imaginação… quando eu era criança, tive um disco de vinil daqueles coloridos que contava a história da Branca de Neve, eram as falas do filme. E eu decorei. Até hoje sei boa parte. Começa com a invocação feita pela madrasta: “Escravo do espelho mágico… Deixa o infinito espaço e vem pelas trevas, eu te convoco… Fale! Deixa-me ver tua face!“. Se quiser ver tem aqui.

Na parte do filme em que os anões discutem sobre permitir ou não a permanência da princesa na casa, o Zangado fala que as mulheres são perigosas e cheias de sortilégios. Quanta amargura, pequeno homem! Antes de polemizar o discurso machista vamos entender que o filme é de 1938. Bem depois disso ainda tínhamos propagandas como estas aqui rolando soltas.

Quando a madrasta vê que o caçador não teve coragem para assassinar a doce Branca de Neve, resolve que vai fazer um feitiço para acabar de vez com a raça da princesa e com a inveja que a corrói. Eis sua fala:

A fórmula que transforma minha beleza em feiura… Faz das minhas vestes de rainha, vestes de mendiga! Pó mágico para envelhecer. O meu abrigo será o manto da noite! Para envelhecer minha voz, o riso de uma bruxa; para branquear meus cabelos, um grito de horror! O vendaval aviva o meu ódio! Relâmpago para misturar! Agora começa o teu sortilégio!
Pensando bem, que coisa pesada para um filme infantil né? Mas não, minha mente não se corrompeu por que eu ficava recitando isso pela casa aos 5 anos de idade…

Tudo isso para falar que ouvi a palavra sortilégio pela primeira vez assistindo Branca de Neve. E o que no final isso significa?

Sortilégio se refere ao ato ou ação de enfeitiçar, encantar ou seduzir, através de atributos naturais ou artificiais. Etimologicamente, o termo “sortilégio” se originou do latim sortilegium, que significa “adivinhação”. Na definição tradicional da palavra, sortilégio está relacionado com praticas consideras ocultas, como a feitiçaria, a bruxaria ou a invocação de espíritos malignos com o intuito de conquistar algum objetivo pessoal. A palavra sortilégio ainda pode ter o sentido de maquinação, combinação ou conspiração, normalmente com a intenção de obter algo, um desejo pessoal. (Fonte: https://www.significados.com.br/sortilegio/)

Então, como não morrer de curiosidade pelo perfume Sortilege? Mas o antigo, lá de 1937.

Até que descobri que a companhia de Irma Shorell teve um projeto chamado ‘Long Lost Perfume’, que visava recriar perfumes há tempos esquecidos. O perfumista desse projeto foi Jeffrey Dame.

E comprei pelo Ebay um frasquinho de 15ml.

A versão da Long Lost perfume de Sortilege é bonita e datada. Quem curte portentosos florais aldeídicos como Chanel 5 e Je Reviens vai adorar.

E aí que eu escrevi tudo isso para dizer que não avaliei Sortilege tentando descobrir quais suas notas olfativas. Ele é bem complexo e para mim é a materialização de uma palavra que na infância me fascinava mas não era muito bem compreendida. É o destino da Branca de Nove preso em um frasco! Como então reduzir a palavras uma fascínio infantil?

Seguem suas notas olfativas, descritas por um famoso site:

Notas de saída: for de laranjeira, bergamota, pêssego, aldeídos.

Notas de coração: jasmim, ylang ylang, raíz de íris, rosa, líri-do-vale, violeta, lilás.

Notas de fundo: vetiver, almíscar, sândalo, opoponax, musgo de carvalho, âmbar, styrax, fava tonka, baunilha.

Se Sortilege cumpriu a função de me encantar, seduzir, enfeitiçar? Sim, com sucesso! Perfumes de outrora sempre me encantam! Imagino que era o preferido da Rainha Má.

Regina, da série Once Upon A Time também ornaria lindamente com ele!

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Lovely, Sarah Jessica Parker

 

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Nada tenho contra perfumes de celebridades, o único problema é que a grande maioria segue um caminho fácil, já conhecido e que certamente terá grande aceitação popular.

Mas Lovely, você não é desses né? Engraçado, pois é sim um perfume que agrada a todos e é fácil de usar mas não trilha o mesmo caminho olfativo da grande maioria dos perfumes de artistas famosas.

Só pra constar, muitos comparam o Lovely ao Narciso Rodriguez for Her.

É um perfume floral almiscarado com exótico toque salino. Assim que borrifei o perfume na pele senti a lavanda e um cítrico-talquinho com pinta de produto infantil. Durou pouco esse colinho… logo fui assaltada por um cheiro familiar porém estranho em um perfume: azeitona. Sim, aquela azeitona que vem espetada num palito, dentro da taça de martini? Que ficou mergulhada em liquido doce mas não perdeu sua salinidade e identidade? Ou ainda o cheiro que você sente quando despeja na pia a água da conserva de um grande vidro de azeitonas? Pois é…

Mas não assusta não, é uma sensação gostosa esse cheiro salino-oleoso! Na sequência aparece um patchouli brevemente canforado e uma nota floral macia e polvorosa. Tem também algo sutilmente picante que deixa no nariz uma sensação efervescente e faz o perfume ‘crescer’ na pele.

E a partir daí Lovely faz o caminho do almíscar: quilos, litros, pacotes de almíscar confortável e limpinho. As vezes lembra amaciante de roupa, outras vezes me faz pensar em cabelos recém lavados ao sol. Eu e minhas estranhezas…

Tem também notas amadeiradas mais ‘secas’ que trazem equilíbrio e maturidade ao perfume.

Mas a graça dele, o tempo todo, é o toque salino.

Lovely é um perfume fácil de agradar, mas nem por isso podemos dizer que ele é simples ou comum. Longe disso. Não perca a chance de experimentar caso o encontre!

Criado em 2005 por Clement Gavarry e Laurent Le Guernec, ganhou em 2006 o FiFi Award Best Nacional Advertising Campaign/TV.

Notas de saída: lavanda, tangerina, bergamota, martini.

Notas de coração: patchouli, orquídea, pimenta branca.

Notas de fundo: almíscar, âmbar, cedro, notas amadeiradas, sal.

Sabe o que eu acho legal dessa propaganda? Ao menos na minha percepção, não me parece que Sarah está tentando seduzir alguém, como na grande maioria das propagandas de perfumes. Me parece que ela está se sentindo tão bem, tão confortável, que está curtindo um momento só seu! Que está ali para ela e só, é o suficiente!

 

Carnaval! Antigamente, era tempo de lança-perfume!

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Conta minha mãe, nascida em 1939, que em seus tempos de menina, carnaval era época de lança-perfume.

Segue um pouco sobre tal produto, segundo a Wikipedia…

O lança-perfume foi industrializado pela Rhodia (empresa francesa) e importado para o Brasil a partir de sua sede na Argentina. Em 1922, era fabricado o primeiro lança-perfume nacional pela Rhodia instalada em São Bernado do Campo, ABC de São Paulo. O lança-perfume apareceu no carnaval de 1904 no Rio de Janeiro, sendo rapidamente incorporado aos festejos carnavalescos de todo o Brasil, principalmente nos blocos de rua e bailes. O produto tornou-se símbolo do Carnaval.

A marca Rodouro foi muito solicitada nos carnavais brasileiros, até que os foliões passaram a utilizá-la como bebida ou inalá-la. A partir de então, foi proibido o uso em salões e mais adiante a sua comercialização.

Em 1961 por recomendação do jornalista Flávio Cavalcanti seguida de um decreto do então Presidente Jânio Quadros, o lança-perfume acabou sendo proibido no Brasil, após alguns casos de morte de usuários por embriaguez seguida de acidentes fatais.

Veja mais sobre aqui. Segundo tal fonte, o produto tinha cheiro semelhante ao L’Air dus Temps de Nina Ricci!

Mas vamos viajar no tempo de novo, e ver antigos anúncios de lança-perfume!

Se liga na mão-boba do Pierrot…

 

 

Aloucadosperfumes

Conta minha mãe, nascida em 1939, que em seus tempos de menina, carnaval era época de lança-perfume.

Segue um pouco sobre tal produto, segundo a Wikipedia…

O lança-perfume foi industrializado pela Rhodia (empresa francesa) e importado para o Brasil a partir de sua sede na Argentina. Em 1922, era fabricado o primeiro lança-perfume nacional pela Rhodia instalada em São Bernado do Campo, ABC de São Paulo. O lança-perfume apareceu no carnaval de 1904 no Rio de Janeiro, sendo rapidamente incorporado aos festejos carnavalescos de todo o Brasil, principalmente nos blocos de rua e bailes. O produto tornou-se símbolo do Carnaval.

A marca Rodouro foi muito solicitada nos carnavais brasileiros, até que os foliões passaram a utilizá-la como bebida ou inalá-la. A partir de então, foi proibido o uso em salões e mais adiante a sua comercialização.

Em 1961 por recomendação do jornalista Flávio Cavalcanti seguida de um decreto do então Presidente Jânio Quadros, o lança-perfume acabou sendo…

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