O lado negro de Coco Chanel: antissemita e agente nazista.

Apenas por curiosidade, nada de julgamentos ou apologias heim? 

http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/o-lado-negro-de-coco-chanel-antissemita-e-agente-nazista

Coco Chanel, em foto de 1944

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7 comentários sobre “O lado negro de Coco Chanel: antissemita e agente nazista.

  1. se tem uma coisa q me irrita nos filmes sobre a Chanel é essa coisa de ‘amor da vida’ que colocam em um ou dois amantes e tentam empurrar como grandes romances. Grandes romances concomitantes, só se for hahaha
    Pegava geral MEIXXXMO, qual o problema?
    Como diz no final do texto ela tinha amigos próximos judeus. Na hora de promover o n. 5 ela ñ viu problemas em ter sócios judeus, mas se a consequência de uma guerra seria ter os direitos sobre as fragrâncias de volta… Ela deve ter visto como os alemães roubaram todos os negócios deles e ficou com os olhinhos brilhando com essa oportunidade. Com amizade dos dois lados ela estaria sempre do lado vencedor. Nunca olhou para nada além do próprio umbigo essa linda e duvido que fosse o ícone que é se agisse diferente.

    • Então, as pessoas gostam de fazer as mulheres de “mocinhas românticas e apaixonadas”, Coco não escapou… Que eu tenha entendido nos livros e artigos que li sobre a mesma, é que ela se apaixonava sim, haja visto Boy Capel, mas também era resolvida o suficiente para “fazer a fila andar”.
      Precisa avaliar a situação histórica e o quadro social da época, não podemos rotular com a mentalidade de hoje uma mulher que viveu todos esses conflitos de ideologias e tinha que “se virar” sozinha, praticamente… e vamos ser honestos, quase todos em tempos de guerra queriam mesmo era salvar a prórpia pele, porque Chanel estaria fora da estatísitica? É verdade o que vc disse, se ela não fosse assim ‘polêmica’, vamos dizer, não seria o mito que é!
      Meu bisavô, italiano que fez a Primeira Guerra Mundial, fugiu da Itália assim uqe pode par ao Brasil. Claro. Ninguém quer viver com a ameaça de uma guerra e com a eminência da morte, vamos ser sinceros…

      • me da até ‘gastura’ quando ela é retratada praticamente como heroína trágica, que tudo que queria era casar e ter filhos, mas o Boy morreu e ela não teve outra alternativa senão mergulhar no trabalho por amargura. Pleno século XXI e ainda se precisa disso pra fazer um filme/seriado ser aceito? Me da impressão de que o julgamento que ela sofria não seria tão diferente do que ela sofreria hj. Não to pedindo um documentário, mas ela provavelmente foi muito mais interessante e profunda que isso. Será que não querem se dar ao trabalho ou acham arriscado oferecer ao publico algo não pasteurizado?
        Ao menos existem os livros com uma perspectiva um tanto diferente.
        Mas enfim… Churchill, Coco? CORAGI pegar aquele gordo velho babão… hahaha

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