Aromaterapia

Reproduzo aqui texto na íntegra do site: http://www.aromakraut.com.br/aroma.php#aromaterapia

O Sentido do Olfato

Apesar de nosso olfato não ser muito desenvolvido quanto à maioria das espécies animais, não se pode desprezar a importância que a percepção olfativa tem para o ser humano. Nosso sentido olfativo é muito especializado, as células olfativas são capazes de perceber substâncias especiais, mesmo que só haja um milionésimo de miligramas destas substâncias em um litro cúbico de ar.

Quando ligado às emoções, é o mais eficaz de todos os sentidos, isto porque está intimamente conectado ao sistema nervoso central, diretamente associado aos estados emocionais. O aroma é também muito importante para o ser humano, pois possuímos a chamada “memória olfativa” que nos capacita para associar aromas a situações vividas anteriormente. Quando se sente novamente um mesmo aroma é possível reviver as emoções de certas experiências.

Os aromas exalados têm a propriedade de despertar o nosso inconsciente coletivo, presente em nossa mente mais profunda. Quando ligado às emoções, é o mais eficaz de todos os sentidos, pois está intimamente conectado ao sistema nervoso, diretamente associado aos estados emocionais.

Para o ser humano os aromas possuem uma significativa importância. Possuímos a chamada “memória olfativa” que nos capacita para associar aromas a situações vividas anteriormente. Quando se sente novamente um mesmo aroma é possível reviver as emoções de certas experiências. Quem já não passou pela experiência de sentir um determinado cheiro e ser transportado para alguma emoção ou para um momento passado de nossas vidas?

Os aromas são formas de comunicação com nossos sentidos mais profundos. Muito mais do que um cheiro agradável, o aroma é uma sensação única produzida por uma harmoniosa mistura de materiais.

Arqueologia Olfativa

O estudo dos aromas através dos tempos se chama Arqueologia Olfativa. A Arqueologia Olfativa é a combinação dados sobre história, etno-botânica, psicologia e fisiologia baseada na exploração do mundo dos odores. Estas pesquisas abrem as portas para um histórico das substâncias aromáticas utilizadas na antiguidade.

Há milhares de anos atrás, nossos ancestrais distantes, devem ter aprendido como e o que comer, antes mesmo que soubessem como produzir fogo e cozinhar alimentos. Eles quase certamente usaram o nariz, bem como os olhos para determinar se uma planta era comestível. Estes povos distantes usavam muito mais o sentido do olfato do que usamos.

Quando o homem aprendeu a fazer fogo deve ter queimado plantas aromáticas, descobrindo que algumas eram boas para acompanhar alimentos cozidos e que às vezes a fumaça era “boa de respirar” ou dava uma sensação de sonolência ou de revigoramento.

Uma das primeiras formas de tratamento com ervas foi a “defumação” do paciente, freqüentemente usada para afugentar os maus espíritos. Em outras ocasiões as plantas também foram usadas em comemorações como nascimento, morte de um inimigo, em oferendas ao sol e a mãe terra. Observando os efeitos das infusões sobre o corpo e a mente o homem antigo foi atribuindo algum poder a elas.

“Os arqueólogos traçaram os caminhos das substancias aromáticas nas práticas de magia e nas cerimônias religiosas desde a pré-história. Das flores picadas e espalhadas no período Neolítico, aos primeiros compostos de incensos encontrados nos túmulos chineses, a sofisticada arte das fragrâncias desenvolveu-se através dos tempos. Esta arte teve um papel de destaque na vida secular (medicina e cosméticos) e na vida religiosa (unções, defumadores) de cada uma das civilizações antigas, pois seus produtos eram objetos de atividade comercial entre as diferentes culturas dos tempos bíblicos. As provas concretas desta comercialização de aromas e essências estão nas gravações cuneiformes dos torrões de barro encontrados em “Fertile Crescent” e nas listas de preços das substancias aromáticas, as quais comprovam o volume deste comércio. Padres, magos e pequenos perfumistas, todos estes eram responsáveis por verdadeiras fortunas. Só o laboratório do palácio real em Mari, produzia 600 litros de perfume por mês. Na época, o perfume era como ouro ou jóias, ele media a riqueza. Em toda corte real havia jarros de olíbano (resina rara de uma árvore típica da Ásia), cinamomo e açafrão, bem como alabastro e lascas de ônix, óleo de nardo e mirra. Algumas resinas aromáticas eram tão raras que valiam mais do que pedras preciosas e esta confusão do reino mineral na antiguidade sobreviveram até os tempos modernos, como no caso do âmbar que ainda consta de inventários de lapidações junto das pedras preciosas. As funções simbólicas dos perfumes são muitas e variadas, dentre elas, o perfume era uma forma de comungar com os deuses em manifestações etéreas; outra forma era a de reverenciar alguém ofertando-lhe perfume. A mirra é o suor dos deuses. O termo egípcio “s-ntr” que significa “olibano”, pode ser traduzido por: aroma divino ou, mais especificamente, o perfume que permite conhecer Deus.” (autor desconhecido)

O poder das substâncias aromáticas e os seus efeitos benéficos sobre a saúde do corpo, já eram conhecidos pelos egípcios há mais de 6.000 anos. Desde então, vêm se mantendo através das civilizações, até nossos dias, onde cientificamente, admitem-se alguns mecanismos de ação, calcados em bases fisiológicas conhecidas e aceitas.

Existe um grande número de vasos datados entre 3.000 e 2.000 a.C. feitos no Egito expostos no Museu de Londres. Muito se assemelham com potes de ungüentos, enquanto outros devem ter servido de recipientes para os óleos perfumados. Quando a tumba de Tutankhamen foi aberta em 1922, foram descobertos muitos vasos e potes de perfumaria contendo ungüentos. Estes foram colocados na tumba em 1.350 a.C. quando selada, ou seja, há 3.000 anos atrás. Encontrou-se olíbano misturado a uma base de gordura animal. O aroma embora fraco, ainda podia ser detectado.

No início estes aromas deviam ser muito valiosos e apenas usados por famílias reais, talvez por sacerdotes. Os sacerdotes foram sem dúvida os primeiros perfumistas e os primeiros aromaterapeutas. Mais tarde, tornaram-se menos sagrados e amplamente utilizados pelo povo e empregados em cosméticos, óleos de massagem e medicamentos.

Ao longo dos 1.500 anos seguintes, na 18o. dinastia, os egípcios aperfeiçoaram seu conhecimento sobre as propriedades medicinais dos aromáticos, da perfumaria e das preparações de ungüentos e óleos perfumados. Os aromáticos mais utilizados eram: mirra, olíbano, cedro, orégano, amêndoa amarga, entre outros. O óleo de mirra e cedro utilizados pelos egípcios no processo de mumificação (anti-séptico). Parece que nesta época os egípcios já conheciam alguma forma primitiva de destilação.

“Os egípcios eram sem dúvida, os especialistas de perfumes de “Fertile Crescent”. Quatro mil anos antes da era Cristã, antes de ser adotada a prática de embalsamarem-se, as resinas eram comumente colocadas nas tumbas egípcias. O uso de perfumes foi tão difundido que o período do luto era marcado pela ausência do uso diário de óleo perfumado ou com essências balsâmicas. As pessoas que prestavam algum favor ou serviço eram pagas por sua gentileza com perfumes, óleos e especiarias, dentre outras coisas. Seti I (19a. Dinastia, 1308-1298 AC) concedeu uma quantidade de óleos perfumados aos seus exércitos; seu filho, Rameses II, foi ainda mais longe e ofereceu 1.933.766 medidas de olíbano aos deuses durante seu reinado. Este uso desmedido do perfume foi uma característica marcante durante todo o mundo antigo. Milênios após Rameses II, em uma oferta única exagerada, no funeral de sua esposa Poppaca, Nero esgotou todo o suprimento de incenso da África.”(autor desconhecido)

Foram encontrados vestígios de um processo de extração muito primitivos na tumba de Mereruka. Este processo consistia em esmagar as plantas aromáticas torcendo-as em um pano que ficava impregnado. Este pano absorvia os óleos essenciais liberados pelas flores ao serem fervidos em um caldeirão. Este parece ter sido primeiro processo de destilação descoberto.

“Nas recepções do Egito costumava-se perfumar os cabelos dos convidados com cones aromáticos, os quais, quando aquecidos pelo calor natural do corpo, exalavam gradualmente os perfumes dos óleos em seus cabelos e roupas. Esta prática extravagante comprova o consumo insaciável de fragrâncias no mundo antigo, paixão da qual compartilhavam também os hebreus: “Oh como é bom e agradável viverem unidos os irmãos. É como o óleo precioso sobre a cabeça, o qual desce para a barba, a barba de Arão, e desce para a gola de suas vestes..” (Salmos 133)” (autor desconhecido).

“Cleópatra, a famosa rainha egípcia, embebia as velas de seu navio com substâncias exóticas, de forma que antes de aportar, a fragrância anunciasse sua chegada ao longo dos bancos do Rio Nilo.” (autor desconhecido).

“Kyphi foi a ultima palavra da arte da perfumaria egípcia. Este complexo aromático foi feito para uso sagrado e profano e às vezes também era ingerido como remédio. Este perfume (a palavra perfume se origina do latim “per fumun”que quer dizer “pela fumaça”) era comumente queimado como uma oferta aos deuses ou um agente que levava à meditação. O ritual de preparação de 450g desta preciosa substância poderia levar até um ano, quando era destinada a untar a estátua de Horus. Uma receita simples de Kyphi, aparentemente em uso normal, aparece no papirus n852 de Ebers descoberto em Tebas. Datado da 18a. dinastia ou aproximadamente 1500 a.C., este documento é contemporâneo aos hebreus quando estes se assentaram em terras egípcias e conseqüentemente adotaram vários elementos desta cultura. A mirra, a baga do junípero, o olíbano, a chufa, cascas de árvores aromáticas, a resina de shebet, a cana aromática da fenícia, a planta inketun e o estirace (moído finamente e reduzido a uma massa única que era colocada no fogo). O Kyphi foi o precursor do perfume do templo (Êxodo 30:22 e 30:34) e óleo usado para sacramentar ainda nos dias de hoje.”(autor desconhecido).

A coleção dos perfumistas egípcios incluía perfumes, talcos e ungüentos produzidos de plantas e de resinas misturadas a óleos vegetais como óleo de oliva e o óleo de linhaça. Também eram usadas as gorduras animais como sebo de boi e óleos de aves como os pombos.

Ainda hoje se encontra métodos antigos na extração de óleos essenciais, em regiões da Índia, que consiste em macerar flores com semente de gergelim e através da moagem destes grãos obtêm-se um óleo perfumado.

É impossível apontar a data em que as plantas foram usadas pela primeira vez para fins médicos. As propriedades curativas das plantas devem ter sido descobertas gradualmente ao longo de milhares de anos.

Os gregos aprenderam muito de perfumaria com os egípcios. Os egípcios costumavam atribuir à eficácia de remédio aromático à crença de que teriam sido originalmente formulados ou usados por um dos deuses. Na mitologia grega a invenção dos perfumes é também atribuída aos deuses.

Aromas da Bíblia

Os Três Reis Magos, da Natividade de Belém, iniciaram uma tradição. Chegaram à Belém seguindo a estrela das profecias e quando encontram o Menino Jesus oferecem presentes. Melchior, o ouro. Baltazar, o incenso. Gaspar, a mirra.

Gálbano
O Gálbano era um dos ingredientes dos perfumes sagrados dos Hebreus. “O santuário do incenso descrito em Êxodo, o uso profano que era proibido, sob pena de ser eliminado de seu povo”. (Êxodo 30:34-37).

Ládano
Jacob em certa ocasião ordenou que seus filhos oferecessem o Ládano, juntamente com outros produtos regionais ao seu irmão, agora um dignatário Egípcio. “Respondeu-lhes Israel, seu pai: se é tal, fazei, pois isto; tomais do mais precioso desta terra em vossos sacos, e levai de presente a esse homem: um pouco de bálsamo e um pouco de mel, arômatas e mirra, nozes de pistácia e amêndoas.” (Gênesis 43:11).

Mirra
“E sobre ela choram e pranteiam os mercadores da terra, porque já ninguém compra sua mercadoria, mercadoria de ouro, de prata, de pedras preciosas, de pérolas, de linho finíssimo, de púrpura, de seda, de escarlata, e de toda a espécie de madeira aromática, todo o gênero de objeto de marfim, toda qualidade de móvel de madeira preciosíssima, de bronze, de ferro e de mármore, e canela de cheiro, especiarias incenso, ungüento, bálsamo, vinho, azeite, flor de farinha, trigo, gado, ovelhas, e de cavalos, de carros, de escravos, e até almas humanas. O fruto sazonado que à tua alma tanto alma tanto apeteceu, se apartou de ti, e para ti se extinguiu tudo o que é delicado e esplêndido, e nunca serão achados.” (Apocalipse 18:11-14).

“É também Nicodemos, aquele que anteriormente viera a ter com Jesus à noite, foi levando cerca de cem libras de um composto de mirra e aloés. Tomaram, pois, o corpo de Jesus e o envolveram em lençóis com os aromas, como é de uso entre os Judeus na preparação para o sepulcro. No lugar onde Jesus fora crucificado, havia um jardim e neste um sepulcro novo, no qual ninguém tinha sido ainda posto. Alí, pois, por causa da preparação dos Judeus e por estar perto o túmulo, depositaram o corpo de Jesus”. (João 19:39-42).

Nardo
“Indignaram-se alguns entre si, e diziam: para que este desperdício de bálsamo? Este perfume poderia ser vendido por mais de trezentos denários, e dar-se aos pobres. E murmuravam contra ela. Mas Jesus disse: Deixai-a; por que a molestais? Ela praticou boa ação para comigo. Porque os pobres sempre os tendes convosco e, quando quiserdes, podeis fazer-lhes bem, mas a mim nem sempre me tendes. Ela fez o que pôde: antecipou-se a ungir-me para a sepultura.” (Marcos 14:6-8)

Incenso
Os egípcios associavam o olíbano às propriedades simbólicas irrefutáveis, como sendo uma substancia que revelou Deus e santificou os rituais e as oferendas. Normalmente ele simbolizava o divino, o pai e o dia, contrapondo-se à mirra à qual era comumente associado. Estas substâncias, juntamente com o ouro foram os presentes que os reis Magos deram ao Menino Jesus.” (Mateus 2:11).

Estirace
Na Bíblia a estirace é um dos quatro ingredientes que compõe o perfume sagrado usado como incenso e colocado na frente das estátuas nas Tendas de Presença, fato este que antecipa o templo de Jerusalém. (Êxodo 30:34-37)

O início da Aromaterapia

René Maurice Gattefossé foi um químico em Grasse, no sul da França que escreveu o primeiro livro de aromaterapia em 1928. Suas pesquisas tiveram como base os trabalhos iniciados no final do século passado por franceses como Cadéac e Meunier, e médicos italianos como Gatti e Cajola. Em 1887 foi publicado os primeiros resultados de pesquisas sobre poderes anti-sépticos dos vapores de muitos óleos essenciais.

Durante o século XIX a indústria de perfumaria teve um crescimento firme e considerável. Nesta época os perfumes eram fabricados quase que exclusivamente com essências naturais. Com a busca de novas plantas aromáticas e de terras para o seu cultivo a área ao redor da cidade de Grasse, na França, tornou-se o centro mundial de cultivo e extração de essências.

Com o crescimento da indústria, algumas das empresas de Grasse começaram a procurar novas aplicações para as essências e dentre estas estava a empresa de Gattefossé. No início seu interesse limitou-se aos de uso cosmético das essências.

Alguns acontecimentos ajudaram a ampliar seu interesse:
– Os cosméticos costumam conter anti-sépticos: ele percebeu que os óleos essenciais tinham propriedades anti-sépticas mais poderosas do que alguns dos anti-sépticos químicos usados na época;

– Durante uma pequena explosão em seu laboratório em uma experiência ele queimou uma das mãos. Imediatamente     ele a imergiu em óleo puro de lavanda e não se surpreendeu muito ao observar que a queimadura sarou em tempo     mais curto, sem sinal de infecção ou cicatriz.

É possível que a primeira menção a palavra Aromaterapia, tenha sido criada por ele. Após a publicação de seu livro ele seguiu com uma série de textos, artigos e muitos outros livros referindo-se a terapia com óleos essenciais.

Apesar de seu trabalho estimular um razoável interesse parece ter sido amortecido pela 2º Guerra Mundial, pois nos 15 anos seguintes muito pouca coisa foi publicada sobre aromaterapia, e as pesquisas estavam em baixa.

Nem tudo foi perdido. Outro francês, desta vez um médico trabalhava a muitos anos no uso terapêutico de ervas. Estimulado pelo trabalho de Gattefossé, começou a usar essências em seus tratamentos. Durante a guerra usou-as fartamente no tratamento de feridas de combate, percebendo logo, como Gattefossé, que havia ali uma terapia com enorme potencial. Em 1964, publicou um livro, Aromaterapia, e graças ao seu trabalho a aromaterapia foi aceita como uma terapia com méritos próprios.

Todos estes trabalhos, desde Gattefossé, atraíram o interesse de franceses, alemães, suíços e holandeses. Cientistas e terapeutas de diferentes lugares no mundo, dedicaram-se ao seu estudo. A maior parte das pesquisas feitas foi sobre os poderes anti-sépticos e antibióticos dos óleos essenciais.

Segundo recentes pesquisas realizadas na Europa, EUA e Rússia, os efeitos dos odores na psique podem ser muito importantes. O sentido do olfato age principalmente no nível subconsciente, pois os nervos olfativos são diretamente ligados à parte do cérebro mais primitiva, o sistema límbico. Considerando que o nervo olfativo é uma extensão do próprio cérebro é fácil entender que se pode chegar até ele através do nariz, a única porta de entrada para o cérebro.

O sistema límbico é a parte do cérebro que regula a atividade sensorio-motora e é responsável pelos impulsos primitivos da fome, sede e sexo. O estímulo do bulbo olfativo envia sinais elétricos para a região do sistema límbico responsável pelos mecanismos viscerais e comportamentais, afetando diretamente os sistemas digestivo, sexual e o comportamento emocional. A reação elétrica do cérebro ao cheiro é praticamente a mesma ligada às emoções.

5 comentários sobre “Aromaterapia

  1. Oi Di, há dias eu estava querendo voltar ao blog… Mas enfim, esse foi um dos posts de que mais gostei, embora deva relatar a você a duplicação de informações no início dele. Aromaterapia para quem já gosta de perfumes é um jardim encantado não é mesmo. Lembro-me de quando comecei a ler mais seriamente sobre o tema. Magia e esperança “invadiram-me” e ficaram aqui até hoje. Ontem mesmo tive uma sessão de massoterapia com essência de jasmim. Perfeito. Calmante. Analgésico. O conhecimento favorece a aceitação dos efeitos benéficos dos aromas. Faz algum tempo que tive um acidente com sequelas e inflamações que me causaram uma doença chamada fibromialgia. A aromaterapia tem me ajudado muito, entre outras terapias alternativas a que me submeto. Graças a tudo isso e a muita perseverança tenho melhorado enormemente. Mais uma vez parabéns e obrigado pelo seu trabalho. Um abraço 🙂

  2. Olha, Di! Ótima lembrança! Eu li algo sobre esse livro, mas depois esqueci-me do nome, então não dava para reencontrá-lo. Legal. Vou a Saraiva, acho que amanhã, ver se encontro para dar uma folheada e ver o preço na loja física. Kkkk, desculpa boa para ir ao shopping, né? 🙂
    Obrigado pela dica.

  3. Diana
    Fiquei tão feliz em ver o meu texto sendo divulgado como referência no assunto! Após 25 anos de estudo isso e o que me da um grande incentivo!
    Fique a vontade para escrever para mim sobre qualquer dúvida ou o que precisar!
    Um abraço
    Viviane

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