Héliotrope Blanc, L. T. Piver

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Quem não gosta dos atalcados, corra para as montanhas! 

Héliotrope Blanc, colônia criada em 1850 por Louis Toussant Piver tem por base notas de jasmin, ylang-ylang, baunilha, heliotrópio e amêndoas. 

A história de tal perfumaria inicia em 1774, Paris, em uma loja de perfumes chamada “A la Reine des Fleurs“. Atrás do balcão estava Michel Adam, que tornou a loja a fornecedora oficial da corte de Luís XVI e posteriormente das famílias reais da Europa. Louis Toussaint Piver  assumiu a casa no século XIX. 

No século XIX L.T. Piver tinha mais de cem filiais ao redor do mundo, incluindo Inglaterra, Bélgica, Espanha, Áustria, Rússia e Brasil. Em Paris, lojas foram abertas para atender a crescente clientela da empresa. Uma fábrica para o processamento de flores foi aberta em Grasse, e uma segunda fábrica em Aubervilliers especializados na fabricação de diferentes produtos cosméticos. Em 1926, eles empregaram uma força de trabalho de 1500 trabalhadores, produzindo cerca de 50 toneladas de produtos a cada dia. 

Os perfumes “Trèfle Incarnat”, “Cuir de Russie”, “L’Eau de Cologne des Princes”, “A la Reine des Fleurs”, “Pompéia” “Floramye”, “Heliotrope Blanc”, “Rêve d’Or” são nomes que eternizam a Piver entre os grandes nomes da perfumaria. 

Mas vamos voltar ao Héliotrope Blanc… Como não se encantar com o visual antigo da embalagem? Como não se apaixonar pelo aroma inebriante e intenso que essa colônia de fixação impressionante exala? É atalcado, aveludado, o tipo de perfume que faz transportar para outra época, entre o medievalismo e o renascimento. O incrível é que este perfume data do século XIX, é um verdadeiro documento histórico, retrato de uma época! 

Alguns dirão que tem o cheiro do talco que a avó usava, então convenhamos que a sua avó era muito cheirosa! E diz uma coisa, tem algo mais confortante e saudoso do que o abraço da avó?

Heliotrópio

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Nome científico: Heliotropium arborescens L.

Nome vulgar: heliotrópio, planta chocolate, heliotrópio-do-peru

Família: Boraginaceae

Arbusto ereto, de textura semi-herbácea, perene, ramificado, de 0,7-1,2m de altura, originário do Peru. As folhas são alternas, ásperas, enrugadas e marcadas pelas nervuras.

Possui inflorescência densa, terminal, de forma escorpióide, com flores perfumadas, pequenas, de corola tubular, azul-violeta, roxa ou branca, formadas no verão. Há diversas variedades hortícolas registradas, de flores com cor e perfume de maior ou menor intensidade, bem como de porte anão ou mais compacto.

Pode ser cultivada isoladamente, em maciços ou renques, em terra fertilizada, irrigada periodicamente. Também cultivada para extração de perfume. Aprecia o frio. É propagada facilmente por estaquia.

Fonte: http://www.floresta.ufpr.br/~paisagem/plantas_dezembro.htm

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