Tiare Tahiti Vanille – Monoi Tiare Tahiti

TIKI Eau de toilette Vanilla 4.3OZ

Que nome complicado! Vamos chamar só de Vanille, tá bom? Pra começar, vamos entender o que é Monoi:

É um óleo cosmético resultante da maceração das flores Tiare, a Gardenia do Tahiti em óleo de coco puro e altamente refinado. O produto é um refinamento de um antigo segredo de beleza polinésia e foi fabricado comercialmente desde 1942. Séculos atrás, as pessoas da Polinésia descobriram que o óleo de coco puro é um segredo essencial para a beleza da pele e cabelo. 
E daí que eu comprava muito na Vitacost e Na IHerb, lojas online americanas cheias de produtos cosméticos livres de parabenos, corantes (e outras químicas ditas malignas); eco-friendly; cruelty-free e muitas outras qualidades! Não tenho comprado mais porque as taxas alfandegárias não permitem. E não é só isso, nessas lojas tem de tudo, dá vontade de mandar vir um contâiner (duvida? Dá uma olhada lá…).
E entre minhas últimas comprinhas veio uma perfume da tal marca, a Monoi Tiare Tahiti: Vanille EDT.
Não escondo de ninguém o amor pelos perfumes abaunilhados, e esse é tãoooo gostoso! Tem a baunilha bem parecida com a do L de Lolita (mas sem o toque marinho e salgado). É baunilha morna, gourmand, que vai achocolatando aos poucos. Dura bastante na pele e pode ser invasiva e incômoda se exagerar nas borrifadas. Não é de um perfume em óleo, mas também não tem nada de alcoólico, nem quando borrifa. A sua composição: água, essência de baunilha, álcool e é livre de parabenos.
Lembra também a baunilha do Vanille Sauvage de Madagascar. 
Vem em um frasco sem pretensões, com a beleza da praticidade e simplicidade. Vem baunilha pura, segura de seu poder sobre nós, pobres mortais…
Rainha-Baunilha!
Links:
Publicidade

Nirmala – Molinard, por Jernê Knowles

Tô ficando mal acostumada! Segunda sexta-feira que temos aqui belíssima resenha do queridíssimo amigo Jernê Knowles. Tudo assim, superlativo! Ele merece!

“Contam-se muitas curiosidades sobre a fragrância Nirmala de Molinard, mas a que mais prendeu minha atenção foi a que, a mãe de Thierry Mugler o usava, e a partir de então décadas e décadas mais tarde o designer de moda e perfumista inspirado pelo aroma característico de sua adorável mãe, cria o temível e ilustre Angel para o público que lhe venera. Afirmam fontes seguras que a mãe de Mugler era a mulher mais elegante de sua cidade, então por aí dá para se imaginar a excelentíssima qualidade da fragrância. Não consigo acreditar que Nirmala de Molinard foi lançado em 1955, pois é tão moderno, atual e na medida, que a imaginação entra em dúvida ao saber sua real data de lançamento.
Fico a imaginar que talvez o próprio já tenha até passado por reformulações e me perco no devaneio de pressupor como seria ele logo no início. Nirmala abre bem frutal com notas evidentes de Mangas recém-colhidas e ainda com cascas misturadas a um leve cítrico de Tangerina, e doses encabuladas de Passiflora (lembra muito o “dry down” de uns cosméticos para o rosto da marca Natura) que permeiam essas outras duas notas numa tecelagem embevecida causando uma abertura tão aconchegante que é meio impossível não virar os olhos de emoção ao senti-la. Seu coração é bem mais a cara de Angel, mas sem a provocação (in) dispensável de peso que Angel causa, pois em Nirmala e sua forma elegante de ser é perceptível a presença de Jasmim e mais flores com toques levemente apimentados que dão uma esquentada sensacional na fragrância; ainda em seu coração é perceptível as Mangas só que de forma cremosa e aveludas. Na sua base a gente percebe a grande criatividade que é a fragrância, ao se deparar com o Almíscar refinado, o Sândalo bem comedido, as gotas de Baunilha aquecidas pelo sol e a Tonka em sua melhor forma, todas misturadas às notas ainda mais intensas de Mangas e brisas florais que suavizam o que poderia até mesmo dar errado. Nirmalia não tem grande sillage, mas fixa o suficiente para causar um bem estar profundo em quem o usa. Na minha concepção é uma excelente fragrância por ser refinada, fácil de usar, atemporal, compartilhável, criativa e única em sua forma de evoluir.”
Nirmalia - MolinardJernê, mais uma vez obrigada! Beijos e venha sempre, o blog é seu!

Canela (Cinnamomum verum)

no HD illustration available(4)

Cinnamomun: deriva de amomon, palavra do hebraico e árabe que significaplanta de tempero perfumado‘.

A canela usada na culinária começa é a casca interna de uma grande árvore de seis a 10 metros de altura, mais freqüentemente cultivada no Sri Lanka (o antigo Ceilão). A canela é usada desde a antiguidade por gregos, romanos, hebreus, indianos e chineses, utilizada para fins religiosos e aromáticos, tratada como uma especiaria de comércio extremamente lucrativo. Os chineses a tratavam como ‘madeira doce’ e a consideram símbolo de sabedoria. Além desse tipo de canela existe outra espécie chamada de ‘canela falsa’ muito mais barata, cultivada na China e seu nome científico é ‘cinnamomum cassia’ Até a canela que vem da China é falsificada.Provavelmente consumimos Cássia a vida toda pensando ser canela…

É mencionada em na Bílbia diversas vezes: em Êxodo 30:23, quando Deus ordenou a Moisés o uso da canela doce e cássia, e em Provérbios 7:17-18, quando um leito nupcial é perfumado com mirra, aloe vera e canela.                    

No início do século XVI era trazida por comerciantes portugueses diretamente do Ceilão, chegando um quilograma a valer dez gramas de ouro. O comércio português no Oriente foi perdido progressivamente para a Companhia das Índias Orientais holandesa, que se apoderou dos entrepostos portugueses na região a partir de 1638: “As margens da ilha estão repletas dessa planta, relatou um capitão holandês, e é a melhor de todo o oriente: quando uma pessoa está no litoral, pode-se sentir o aroma a oito léguas de distância“.

Iluminura: Mercador de Canela, retirada daqui.

A árvore da canela chega a atingir até 10 metros de altura. Sua casca é extraída dos ramos e comercializada em pau, raspas e pó. É utilizada na culinária, na fabricação de bebidas, medicamentos, sabonetes e perfumes. O óleo da canela é obtido através das folhas por destilação a vapor. O aroma e o sabor da canela são marcantes, ligeiramente amarga, cheirosa e doce. Deve ser guardado em vidros esterilizados, bem fechados e longe de umidade.

O óleo também pode ser destilado da casca – muito mais potente e menos utilizado.

Principais componentes da canela: a casca contém cerca de 40 a 50% de cinamaldeído, e entre 4 e 10% de eugenol. A folha tem 3% de cinamaldeído e entre 70 e 90% de eugenol. A canela também contém linalol, acetona de metilamina e outros componentes. O aroma da canela: doce, quente e apimentado. O sabor e aroma intensos vêm do aldeído cinâmico ou cinamaldeído.

Combate à hipertensão arterial, fadiga, depressão, é tônico para o sistema respiratório e digestivo, age na cura das úlceras estomacais, tosses, resfriados, gripes, diarréia, dores e gases abdominais. Ajuda a prevenir a osteoporose e aliviar sintomas da menopausa, combate o reumatismo, como afrodisíaco atua em casos de impotência sexual. Existem ainda inúmeras aplicações medicinais, que são obtidas através da mistura com o mel. O óleo de canela atua contra as dores artríticas, musculares e reumáticas. Combate o stress, a frigidez e a impotência, as gripes e resfriados, as infecções microbianas, a neurastenia ou qualquer tipo de estagnação física, emocional ou mental. É um forte estimulante circulatório, cardíaco, metabólico e respiratório, ajuda a relaxar os músculos. Use duas a quatro gotas por 30 mililitros de óleo vegetal.

Fontes: http://saude.hsw.uol.com.br/aromaterapia-canela.htm

http://aromaterapiadapaula.blogspot.com.br/2012/12/potencialidades-do-oleo-de-canela.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Canela

http://prosimetron.blogspot.com.br/2013/09/pagar-em-especie.html