Pois é. A inocente lavanda, quem diria, é cheia de cumarina. Mas peço: por favor, não! Deixem ela em paz!
Matéria retirada daqui: http://juliapetit.com.br/beleza/tchau-lavanda/
Pois é. A inocente lavanda, quem diria, é cheia de cumarina. Mas peço: por favor, não! Deixem ela em paz!
Matéria retirada daqui: http://juliapetit.com.br/beleza/tchau-lavanda/

A embalagem é bonita né? Também achei. Agora já vou direto aos pontos não tão ‘positivos’…
Bom, ele é o ‘flanker do flanker’, vamos a ordem cronológica: em 1990 surgiu o portentoso ‘pai’ de toda linha, o Trésor. Em 2010 fizeram o Trésor In Love e em 2011 veio a versão roxa e teoricamente mais ‘sedutora’, o nosso sujeito Midnight Rose.
Então, a garota-propaganda do perfume é a linda, porém insossa, Emma Watson. E daí falharam drasticamente em tentar passar uma mensagem mais sedutora e sensual: acho a Emma Watson linda, delicada, fashion, mas tão sexy quanto um quiabo. Não me convenceu.
Outra coisa: estou ‘chatiada’ com a família olfativa Floral Woody Musk. Parece que agora todo perfume ‘bobinho’, adolescente, florzinha-com-frutinha-e-algo-docinho é Floral Woody Musk. Peguei birra.
Trésor Midnight Rose é mais um desses. Adolescente, tenta ser mulher, não consegue. Inicia com rosas adoçadas, frutas vermelhas, flores brancas delicadas e sem identidade. Depois fica um pouco apimentado e com cheiro de marsmallow, finaliza com um almiscarzinho inofensivo e aquela baunilha gourmand que estamos cansadas de sentir. Pronto, acabou.
Notas de saída: rosa, framboesa.
Notas de coração: jasmim, peônia, cássia, pimenta-rosa.
Notas de fundo: almíscar, cedro, baunilha.
Não digo que Trésor Midnight Rose é ruim, não é. Gostosinho, bem dosadinho, de mocinha. O grande problema é a semelhança que ele tem com tantos outros que caminham por aí. É a mesmice, a falta de criatividade, o apelo da cor (quem resiste a um bonito frasco roxinho?).
Quem procura um perfume floral-frutal com um pezinho no gourmand, vai gostar! A fixação dele é boa, mais de 5 horas na pele.

Pois é, estou com gripe… Nariz completamente entupido, coriza, perdi o olfato e o paladar… Consequentemente, nada de vida resenhas perfumadas. Deixo aqui o link do Espaço Perfume Arte + História, mantido pela faculdade Santa Marcelina e pelo Boticário (além de contar com outros patrocínios e incentivos governamentais). Fica localizado no bairro das Perdizes, aqui em São Paulo. Quem ainda não conheceu, vale a visita!

Assim que eu melhorar volto com as resenhas!


E eu que não gostava de perfumes ‘verdes’, acabei fisgada pelo Cristalle… Achei tal preciosidade em um passeio na região da 25 de Março com a querida amiga Valéria Miranda. Ela comprou, eu queria, ela se arrependeu, eu fiquei com ele! Estava predestinado, viu?





Que nome adequado para tal fragrância! Perfume de princesa, de menina-moça! Perfume de delicadeza, de sensualidade discreta, de tardes ensolaradas!
Reverence, tanto no frasco quanto na fragrância, nos leva a um palácio moderno, arejado, de janelas abertas, flores e bacias de água fresca com rodelas de frutas cítricas (as conhecidas lavandas) perfumando e enfeitando os ambientes!
Foi criado em 2007 e teve como modelo de sua campanha publicitária a modelo romena Cristiana Grasu, fotografada no Chateau Laffite, na França.
Embora tenha se inspirado na nobreza, nada tem de renascentista ou rebuscado. É para princesas modernas, cheias de viço, sem apertados e incômodos espartilhos. Tais princesas usam vestidos vaporosos, jogam tênis e passam o verão em Cote d’Azur…
Notas de saída: bergamota, especiarias, pimenta-preta.
Notas de coração: jasmim, rosa, notas frutais, chá, ameixa.
Notas de fundo: musk e sândalo.
Difere das criações anteriores (ao menos as que eu conheça) da linha Marina de Bourbon. É um floral-verde-frutado delicado imponente! Abre com notas cítricas (lembra-me o aroma de lima-da-pérsia) levemente picantes, são especiarias delicadas e em pouca quantidade, como se fosse um prato preparado para paladares sensíveis. As flores são vívidas, frescas, recém colhidas. Rosas-chá com o toque sensual do jasmim, misturado a notas frutais levemente adocicadas. Parece pêra, parece nectarina, parece pêssego maduro. O fundo é almiscarado, de tonalidade amadeirada e esverdeada. Lenha verde, sabe?
Reverence me agrada! Pelo frasco belíssimo, pelo aroma descompromissado, diurno e jovem, mas sem ser infantil ou piegas.


Resolvi comprar uma colônia Johnson’s Baby. Comprei no Ebay uma fragrância da linha que não temos por aqui! Antes de falar dela, vou falar um pouco da lavanda tão querida por todos e que faz parte da história de todos nós!
Antes, um pouco da história da marca, retirada do blog Mundo das Marcas (http://mundodasmarcas.blogspot.com.br/2010/08/johnsons-baby.html)…
“Uma das marcas mais fortes e reconhecidas da poderosa Johnson & Johnson surgiu praticamente por acaso. A empresa, que foi fundada como produtora de compressas cirúrgicas, já em 1890 comercializava também emplastros medicinais. Como alguns consumidores reclamavam das irritações na pele causadas pelos emplastros, em 1890 o diretor científico da empresa, Fred Kilmer, teve a brilhante idéia de começar a vender o produto com pequenas latinhas de talco, produzido na Itália, para diminuir as irritações na pele. Este produto seria responsável pelo ingresso da empresa no segmento de cuidados pessoais para bebês quando as mães rapidamente descobriram os efeitos suavizantes que o talco tinha na pele dos bebês, prevenindo e evitando irritações e assaduras nas delicadas peles dos recém-nascidos. Como muitos consumidores começaram a procurar apenas o talco para comprar, a Johnson & Johnson resolveu desenvolver e lançar, em 1893, a marca JOHNSON’S BABY, inicialmente composta pelo famoso talco, comercializada em pequenas latinhas com os tradicionais rótulos nas cores laranja e branco.
O sucesso da nova linha fez com que a empresa desenvolvesse outros produtos nos próximos anos como loções, óleos hidratantes (este introduzido no ano de 1919) e sabonetes. Nesta época, a marca ficou extremamente reconhecida por sua linha de comunicação, que utilizava anúncios onde lindos bebês interagiam com seus pais. Era o surgimento dos famosos “bebês Johnson”. Após a Primeira Guerra Mundial, a linha JOHNSON’S BABY foi lançada em outros países, especialmente no continente europeu e Austrália”.
A famosa lavanda da marca (a verdinha), conta com notas de lavanda, camomila e cítricos. Todos conhecem. Cheirinho melhor pra hora de dormir não há! E o Hora do Sono? Tem o cheiro lilás, como a embalagem… dá pra entender? Tem ainda outras colônias na linha, vi em uma perfumaria uns aromas de nomes bem genéricos: Energia, Conforto, Frescor, Suavidade e outros (bem criativos…). São direcionados ao público adulto, não senti nenhum deles, não posso dizer nada sobre.
Agora tenho um frasquinho de 50ml da Colônia Lasting Blooms. Tal colônia (que diz ser de longa duração, fica na pele por 30 minutos e olhe lá. Consequentemente, tal colônia durará bem pouco) tem um aroma de flores somadas ao já tradicional aroma. Tem menos cítricos, puxa mais pro adocicado, mas longe do gourmand. Acho que tem um quê de de frutinhas silvestres…
Uma boa pedida para dias muito quentes ou para a hora de dormir. Prolonga a sensação de banho tomado, é suave, delicada e dá uma sensação gostosa de aconchego!